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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Salão do Imóvel e Construifair/SC oportunizam construção civil

A 16ª edição do Salão do Imóvel e Construfair/SC irá intensificar o setor da construção civil e do mercado imobiliário. Entre os dias 18 a 23 de agosto o Centrosul, em Florianópolis, irá receber empresários e visitantes interessados em negociar. Diversas empresas josefenses já confirmaram presença no evento e reservaram seu estande. Entre algumas delas estão AM Construções, Construtora Kremer e Grupo Feltrin. O 16º Salão do Imóvel e Construfair/SC irá comercializar loteamentos, apartamentos e casas novos e usados, apresentar produtos e serviços, atrair o consumidor em geral com interesse em reformar, construir e adquirir móveis e imóveis ou produtos e serviços do segmento. Palestras e cursos sobre o assunto serão ministrados durante o evento.

Financiamentos

A Caixa Econômica Federal irá oferecer em seu espaço facilidades do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. Durante o primeiro semestre de 2009 o crédito imobiliário da Caixa apresentou crescimento de 75%. No período foram concedidos R$ 17,5 bilhões em 351 mil empréstimos. Mais informações do evento através do site www.construfairsc.com.br.

Fonte: Sinduscon/Florianópolis

domingo, 14 de junho de 2009

Construção - Construtoras estão mais otimistas

SÃO PAULO, 12 de junho de 2009 - A 39ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil apontou um aumento de 10% no otimismo das empresas em maio com relação à pesquisa anterior de fevereiro. O estudo, realizado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e FGV Projetos com o apoio da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), entrevistou 241 empresários da construção em todo o Brasil.

A sondagem atribui essa melhora a um conjunto de fatores, principalmente a série de medidas governamentais favoráveis ao setor, como o "Minha Casa, Minha Vida" e a redução do IPI de alguns materiais de construção. No estado de São Paulo, o pessimismo chegou a abaixar 12% em comparação à sondagem anterior. No entanto, mesmo com esse aumento, o indicador de desempenho atual das empresas da construção ainda está abaixo de 50, considerado desfavorável.

A melhora mais expressiva em todos os tópicos da sondagem foi registrada no item perspectivas de desempenho, que evoluiu 28%. As dificuldades econômicas, entretanto, diminuíram 4% em relação à ultima sondagem, mostrando mais uma vez a expectativa dos empresários na aceleração da atividade econômica nos próximos meses (PINIweb).
Fonte: gazetamercantil.com.br

sábado, 16 de maio de 2009

"Minha Casa" ainda gera dúvidas entre as construtoras

O programa "Minha Casa, Minha Vida", lançado pelo governo federal no fim de março, ainda provoca dúvidas entre as construtoras que esperam encontrar na baixa renda uma oportunidade de aumentar suas receitas.

Ontem ocorreu em São Paulo um encontro entre o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, o superintendente do banco em São Paulo, Válter Nunes, e representantes de empresas de construção civil. A reunião foi organizada pela Votorantim Cimentos. Mais de 30 construtoras participaram,, entre elas, Gafisa, Afinco, Norcon, Tecnum e BKO.

Segundo Válter Nunes, os representantes das construtoras querem, principalmente, ter uma ideia de qual é a expectativa do banco em relação à oferta de imóveis e à procura. "O programa já anima o setor. Um dos construtores que participaram do encontro contou que no plantão de vendas do fim de semana do Dia das Mães, que costuma ser o mais fraco do ano, houve 800 visitas e 255 contratos fechados em um dos seus empreendimentos.

"Nunes está animado com o programa federal e aposta que a Caixa vai bater o recorde de orçamento para habitação em 2009. No primeiro quadrimestre, a instituição já destinou R$ 10 bilhões para moradia em todo o País, e a dotação para este ano é de R$ 27 bilhões. Para se ter uma ideia da ordem de grandeza, lembra o superintendente paulista, em 2003 a dotação foi de R$ 5 bilhões, metade do que foi desembolsado nos primeiros quatro meses deste ano.

Se a demanda for maior que a oferta, a direção da Caixa tem a opção de recorrer ao Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou fazer captações de poupança pela própria tesouraria.

Apesar de alguns empresários da construção reclamarem do alto preço dos terrenos nas capitais, o superintendente da Caixa acredita que não haverá falta de áreas para a execução dos projetos do Minha Casa. "O programa vai deslanchar. As construtoras estão preparando e adequando seus projetos para apresentar à Caixa", garante.

Até agora, segundo Nunes, foram apresentadas à Caixa 50 mil unidades habitacionais que se enquadram no Minha Casa. São 12 mil para a faixa de renda de até três salários mínimos, 21 mil para a faixa de 3 a 6 salários e 18 mil para a faixa até 10 salários. Os projetos ainda estão sob avaliação dos executivos da instituição.
Fonte: Jornal "O Estado de São Paulo" - Paula Pacheco - 12/05/2009

domingo, 10 de maio de 2009

Dificuldades desafiam os prazos do pacote

São Paulo, 30 de Abril de 2009 - O programa Minha Casa, Minha Vida tem metas audaciosas e um prazo muito curto para ser cumprido, se for levado em conta que amanhã começa o quinto mês do ano e o projeto ainda não saiu do papel. O problema é que vários empecilhos devem atrasar ainda mais a entrega das moradias, que estavam previstas para daqui a dois anos.

O primeiro deles é o atraso do anúncio do próprio pacote habitacional. A previsão era de que o programa seria anunciado em janeiro, quando surgiram os primeiros burburinhos sobre a ajuda do governo ao setor da construção civil. Mas o pronunciamento acabou sendo feito apenas no fim de março e o pacote só entrou em vigor dia 13 de abril.

Agora, a greve de funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF), responsáveis pelo acompanhamento de projetos do Minha Casa, Minha Vida, deve dificultar ainda mais o cumprimento da meta. De acordo com Maria Fernanda Ramos Coelho, presidente da Caixa, em entrevista à um programa de rádio, a entidade já recebeu 221 projetos habitacionais de empresas interessadas em construir casas e edifícios destinados à população que recebe até três salários mínimos mensais. Ela disse ainda que a Caixa está analisando cada um deles e que o processo dura de 30 a 45 dias. Com isso, a presidente da entidade espera que as primeiras moradias sejam entregues daqui a oito meses. Mas essa conta não leva em consideração a parada, por tempo indeterminado, dos funcionários.

Outro empecilho é que 600 prefeituras ainda estão se organizando para aderir ao programa do governo federal. Segundo Maria Fernanda, apenas 200 termos de adesão já foram assinados com estados e municípios, que têm mais de 50 mil habitantes. Cidades com menos moradores não podem participar do projeto. Segundo João Crestana, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), o fator determinante deveria ser a demanda e não a concentração populacional.

"O pacote é o primeiro passo. A sociedade brasileira não pode viver mais com o déficit de oito milhões de moradias", afirma Crestana. Por isso mesmo, ele acredita que o programa não vai se restringir apenas ao governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva. "É uma tarefa de Estado e não de governo." Para Crestana, são necessários cerca de 15 anos para erradicar o problema habitacional no Brasil. "Se você fizer a conta: oito milhões de moradias vezes R$ 50 mil, que é o preço médio de cada uma delas, o volume total movimentado para a construção é de R$ 400 bilhões", afirma. Isso vai ter consequências também para a infraestrutura dos municípios, que deverá ser incrementada. "O mercado de baixa renda se consolidou com o pacote."

É por isso que diversas construtoras apostaram ainda mais no segmento econômico. A Bairro Novo, por exemplo, braço popular da Odebrecht, focou 70% do seu portfólio para a construção de moradias para pessoas com rendimento de até três salários mínimos mensais. Depois do anúncio do pacote habitacional, a empresa também se propôs produzir 50 mil unidades, contanto os projetos mais caros. "A gente já atuava no segmento acima de três salários mínimos. Mas agora estamos em um ritmo frenético de negociação com as prefeituras e com a Caixa", afirma Roberto Senna, diretor superintendente da Bairro Novo. "Daqui a 60 dias tudo já deve estar aprovado", acredita. O Valor Geral de Vendas esperado é de cerca de R$ 3,5 bilhões, levando-se em consideração o preço médio de R$ 70 mil para cada unidade habitacional.

Outra empresa que aposta no segmento econômico é a Brascan. O foco da companhia é a faixa de seis a dez salários mínimos. "Dos R$ 15,5 bilhões em terrenos, podemos dedicar R$ 620 milhões ao segmento de baixa renda. Isso significa cerca de quatro mil unidades", afirma Luiz Rogélio Tolosa, diretor executivo de relações institucionais e com investidores da Brascan. "No momento, a faixa até três salários não está nos nossos planos. Mas esse pacote vai durar por vários anos, e só o anúncio já incrementou a procura por imóveis", revela.

"O pacote foi muito bem-vindo. Vemos o comprometimento do governo, das empresas de construção e da Caixa, e o resultado aparece nas visitas aos estandes de venda", diz Antônio Guedes, diretor de novos negócios da Cyrela Realty. O executivo revela que a companhia já tinha os terrenos que vão ser destinados ao programa. "A previsão é de que a gente faça de 13 mil e 15 mil unidades dentro do programa do governo", conta. Hoje, a Living, braço do segmento econômico da companhia, responde por 30% da Cyrela e a expectativa é de que passe a ser de 40% a 50%, dependendo da aprovação dos projetos. A faixa atendida pela Living será preferencialmente de R$ 80 mil a R$ 130 mil. "A gente tinha expectativa de crescimento da Living antes mesmo do pacote, mas ele acelerou esse processo. E o pacote veio para ficar", conclui.

É nisso que Eduardo Gorayeb, diretor presidente da Rodobens Negócios Imobiliários, também acredita. "Nós participamos da execução do programa. Já tínhamos o foco do segmento econômico, mas estamos nos readequando para nos enquadrar ainda mais nele", afirma. O segmento responde por algo entre 70% e 80% do portfólio da companhia. A primeira etapa, ou seja, este ano, deve envolver a produção de quatro mil unidades habitacionais, que deve gerar algo em torno de R$ 300 milhões em VGV. No total, a expectativa é de que chegue a 12 mil imóveis. "Vamos tentar reduzir o processo de construção para seis meses. Hoje fazemos em 12", conta. "Se o programa der certo, quem vai tirá-lo? Ele vai conseguir combater o déficit", acredita.
Fonte: Gazeta Mercantil/Relatorio - Pág. 1 - Natália Flach

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Custo unitário de casas de programa habitacional é o dobro do valor aceitável

SÃO PAULO - O custo unitário de R$ 35 mil para a construção das moradias do programa de habitação do governo federal Minha Casa, Minha Vida tem sido considerado elevado por alguns senadores.
Na última terça-feira (28), durante debate ocorrido na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos), o senador Osmar Dias (PDT-PR) demonstrou preocupação com o tema e disse que, com tal valor, daria para construir o dobro de casas.
"A previsão do governo é muito boa para empreiteiros, mas dá para fazer casas com metade desse valor. Eu tenho direito de alertar para que esse valor seja recalculado, senão vamos fazer a festa de muitas empreiteiras", disse, conforme publicado pela Agência Senado.
No mesmo sentido, o senador Marcello Crivella (PR-RJ) acrescentou que o valor aceitável para habitações populares é de até R$ 500 o metro quadrado, não R$ 1 mil, como previsto no programa do governo.
Minha Casa, Minha Vida
Até a última quinta-feira (23), a Caixa Econômica Federal já teria recebido cerca de 221 projetos de obras para o programa. O número, segundo a presidente da instituição, Maria Fernanda Coelho, garantiria a construção de cerca de 43 mil moradias.
As propostas seriam uma parceria entre construtoras, estados e municípios e a previsão da presidente da CEF é de que as primeiras casas sejam entregues entre oito e 12 meses.
O outro lado
Em evento realizado na terça-feira (28), o presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana, afirmou que as construtoras poderão contar com ajuda das prefeituras no programa Minha Casa, Minha Vida e, por isso, o alto custo poderá ser amenizado.
Isso sem contar na doação de terrenos, tributos e outras formas de ajuda por parte da administração municipal.
Fonte: Infomoney - por Gladys Ferraz Magalhães - 29/04/2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sonho da casa própria ficou bem mais perto

A Caixa Econômica anunciou ontem o início do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, com investimentos de R$ 60 bilhões até 2011, dos quais R$ 15 bilhões deverão ser aplicados em 2009, e que deve gerar 3,5 milhões de empregos formais nos próximos três anos.
Quem ganha entre três (R$ 1.395) e 10 salários mínimos (R$ 4.650), pode procurar as agências da Caixa. Os financiamentos habitacionais com subsídios já começaram a ser liberados aos interessados.
Para os que ganham até três salários mínimos vai ser preciso esperar. Eles terão de esperar as prefeituras e Estados aderirem ao programa e organizarem a forma de inscrição dos interessados. Em Joinville, valerá o cadastro da Secretaria de Habitação, que permite a inclusão de pessoas que ganham até seis salários mínimos.
O vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda, acredita que ainda neste mês poderão ser assinados os primeiros contratos para construção de projetos habitacionais para às famílias de baixa renda. “Não precisa ter uma corrida para o cadastramento, porque a escolha não será por ordem de chegada”, disse.
Nas localidades em que a demanda for maior do que os recursos disponíveis e de quantidades de moradias oferecidas, haverá sorteio dos candidatos. As famílias com maior número de integrantes terão prioridade sobre os candidatos solteiros.
A Caixa considera que alguns projetos habitacionais que estão em análise poderão ser “adaptados” às regras do programa.
O governo decidiu estender a todas as famílias a isenção do seguro do financiamento. Originalmente, só as famílias com renda de até cinco salários mínimos haviam sido dispensadas desse pagamento, que chega a até 40% da prestação. A ampliação da “ bondade” sofria resistências do Ministério da Fazenda.
Fonte: Jornal A Notícia – 14/04/2009

Isenção na construção

A Prefeitura de Joinville está em fase final de estudos para ampliar as isenções do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) para a construção de imóveis para a faixa entre 0 e 3 salários. O PAR municipal, uma adequação ao PAR federal, livra os compradores – e construtores, dependendo do caso – do pagamento de ITBI, ISS e IPTU. Livra por um tempo, enquanto o imóvel estiver em obras.

Só que o PAR beneficia construções destinadas para famílias com renda entre 3 e 6 salários mínimos. No projeto a ser enviado à Câmara, além da ampliação das isenções para a faixa de 0 a 3, será definida uma data-limite para a participação na modalidade.

Provavelmente, até o final de 2010. Será uma maneira de apressar os investimentos das construtoras. A Prefeitura quer a construção de quatro mil casas em Joinville até 2012, em parceria com o programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal.

Em Joinville, de acordo com a Secretaria de Habitação, quem já está cadastrado no programa habitacional da Prefeitura não precisa refazer a documentação para se habilitar a uma casa do programa federal.O cadastro é para famílias com renda até seis salários mínimos. Quem não está cadastrado, pode procurar a Habitação – informações no (47) 3433-7048.

Quem tem renda acima de seis mínimos, deve ir atrás da Caixa para inscrever no “Minha Casa, Minha Vida”.

Coluna AN Portal de Jefferson Saavedra – Jornal A Notícia – 14/04/2009